sábado, 16 de maio de 2009

English breakfast




O “English Breakfast” é uma refeição tradicional que se toma pela manhã, mas cada vez mais também durante o dia como snack, que se popularizou no Reino Unido e nos países de língua inglesa a partir do início do século XX. É uma refeição rica em energia que tem como base principal os ovos fritos e o bacon também frito. A esta base juntam-se outros ingredientes dependendo da região onde é servido. Para além do bacon e dos ovos fritos podem-se juntar fatias de pão frito ou em torradas com compotas, salsichas, cogumelos e outros vegetais, batatas fritas e até feijão. Pode ser acompanhado com chá ou sumo de laranja.
O “English Breakfast” é também conhecido como “Full Breakfast” para se distinguir do “Continental Breakfast” que é composto por chá, café, sumos de fruta, bolos e croissants.
Seguindo os alertas sobre a ingestão de gorduras saturadas, esta refeição deve ser tomada apenas para reavivar tradições e conhecer os costumes de outros países.




quinta-feira, 7 de maio de 2009

SENTIR O NATAL | Poemas Premiados









Natal é amar
E saber partilhar
Esquecer a tristeza
E lembrar
a todos que há sempre uma razão de viver
e dizer
ou gritar
que na felicidade
é preciso acreditar.
Não te percas na solidão
Aprende a amar.
Ao teu lado
está sempre um amigo
Sente-te apoiado.
João Miguel 6º4

O Natal
O Natal está a chegar
Temos que ajudar
os que necessitam
pois também têm
direito a amar.

A paz desejo
O amor também
Tudo o que é de felicidade
Para quem me quer bem.

Por isso, Menino Jesus,
Sei que não és riquíssimo
Este natal traz-me Amor
E eu fico felicíssimo.

O meu coração está a saltar
Pois o Natal está a chegar
Vou estar com a minha família
Que sempre irei amar.

Felicidades aos desconhecidos
Paz aos países em guerra
Um beijo para a minha família
E Amor para toda a terra.
Ana Leonor C. Fernandes 5º 2

Maria, Menino e S. José,
O burrinho e a vaca, onde estais?
Vindes todos os anos
Alegrar nossos Natais.

Distraídas andam as gentes
Com a azáfama do Natal,
Loucas a comprarem presentes,
Esquecendo-se do essencial.

Cantai anjos cantai,
Hinos de louvor a Deus!
Homens distraídos parai!
Honras, a quem desce dos céus!
João Correia 7º 1

É Natal...



S.MARTINHO | 6.4












O soldado Martinho
Montado no seu cavalo
Viu um pobre mendigo
E decidiu ajudá-lo.

Quando o mendigo viu
A sua capa cortou
Salvando este pobre
A tempestade acabou.

Martinho tornou-se santo
Porque salvou o mendigo
O sol brilhou por encanto
E Deus ficou seu amigo.

Martinho era um soldado
Regressando ao seu país
Encontrou um mendigo
Abandonado e infeliz.

Nesta época de Novembro
A natureza se transforma
De tempestade violenta
Verão quente sempre volta

Martinho cavalgava
No meio da tempestade
Avistou um mendigo
Por quem sentiu piedade.

Este jovem soldado
De muito bom coração
Será p’ra sempre lembrado
Quer haja castanhas ou não!

Num magusto animado
Há música, bailação
Come-se a bela castanha
Que consola o coração.

Eu sou...


Cordeirinho| Festas do Socorro


segunda-feira, 20 de abril de 2009


Depois de um dia de trabalho, voltava eu para casa, quando um pouco preocupado reparei que muita gente rodeava algo, mas ao longe não conseguia perceber o que era. Aproximei-me e qual não foi o meu espanto quando dei conta que no meio daquela gigante confusão estava uma carrinha dos bombeiros, e estes subiam uma escada que se apoiava à fachada do meu apartamento.
No meio daquela barafunda, consegui encontrar um bombeiro e questionei-o:
- Há fogo?
- Não…- respondeu.
Não tive tempo de perceber quais tinham sido as palavras seguintes, pois o bombeiro teve que ir ajudar um colega. Assim sendo, perguntei à vizinha do prédio ao lado, que estava na janela, e que me disse que era o sapo da D. Conceição que andava por ali aos saltos de telhado em telhado, enquanto eu via que a sua dona, muito preocupada, lhe abanava da varanda com o mata-moscas e algumas moscas lá presas, tentando chamar a sua atenção, mas ele não estava interessado e continuava a saltar para cada vez mais longe.
Subi as escadas e fui para casa descansar.
Era já um pouco tarde e eu estava cansado, de maneira que mal caí na cama adormeci, sem pensar mais no sapo. Durante o sono sonhei com um grupo de sapos vestidos de bombeiros a subirem uma escada e ao mesmo tempo a D. Conceição acenava-lhes dizendo adeus. Os sapos continuavam a subir a escada até ao telhado onde eu estava deitado, como se estivesse na minha cama e quando um dos sapos se aproximou disse-me:
-Acorde Sr. Sapo…Acorde!
Zangado, eu respondi que sapo era ele.
De repente acordei. Senti uma fominha na barriga e quando ia a pegar no leite e nas bolachas, (que todas as noites deixo na mesinha de cabeceira, para o caso da fome aparecer) reparei que o prato estava vazio e que o copo estava partido no chão com o leite derramado. Ao acender a luz toquei em algo viscoso, ouvi um barulho semelhante a: ”Rabbett” e percebi que aquilo não era o interruptor, andei mais um pouco, consegui encontrá-lo e ligar a luz.
Grande surpresa foi a minha quando percebi que o viscoso que tinha tacteado era o sapo da D. Conceição. Afinal tinha sido o sapo que comeu as bolachas, porque uma mosca lá tinha pousado e sem querer ele arrumou com o copo ao chão.
Tinha de pensar numa maneira de tirar o sapo de minha casa. A única solução era entretê-lo até a manhã chegar e em seguida levá-lo à sua dona.
Quando amanheceu fui bater à porta da D. Conceição e disse-lhe:
- O seu sapo apareceu em minha casa, está no meu quarto numa bacia com água e preciso que me venha ajudar a trazê-lo para a sua casa.
- Já não o quero! Ele é um grande vadio que só me dá desgostos! Fique com ele! - resmungou.
-Não…não…! Obrigado mas eu não o quero, para começar não tenho sítio onde o meter, e depois também não tenho paciência para o aturar, a ele e às olimpíadas de saltos, como foi esta noite.
-Eu ofereço-lho! É uma prenda da sua querida vizinha, e agora adeus! Tenho que ir tirar o bolo de chocolate do forno para os meus netinhos! Até à próxima. - disse, fechando-me a porta na cara .
O que hei-de eu fazer com um sapo…?! Já sei! Vou pôr um anúncio no jornal para quem estiver interessado em comprar um sapo.
O tempo ia passando e ninguém respondia ao anúncio. Até que:
- Tilililili…Tililili…
Era o telefone a tocar.
- Estou sim? – disse, atendendo o telefone.
- Boa tarde! Estou a falar com o senhor do anúncio do sapo? - perguntou uma voz um pouco pomposa.
- Sou sim. Porquê… está interessado no sapo?!-perguntei entusiasmado.
- Sim, estou. É para um filme. Sabe é que eu sou realizador de cinema.
Ao mesmo tempo o senhor falava com a secretária perguntando:
- Já arranjou alguma história para o filme?
Do outro lado do telefone eu disse:
- Se é de uma história que precisam eu posso resolver o problema. É que eu adoro escrever. E histórias para contar não me faltam. Até lhe ofereço o sapo!
- A sério?! Muito obrigado! Ficar-lhe-ei eternamente grato!
E foi por isso que eu escrevi esta história.
Trabalho realizado por:
Carolina Ferreira, nº7 - 6º3
Carolina Martins, nº8 – 6º3
Cristina Marinheira, nº9 – 6º3
Inês Fonseca, nº11 – 6º3